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Lusitano 2017 - DVDay
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LUSITANO 2016 - EXERCÍCIO ANUAL DAS FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS


18-10-2016

O exercício Lusitano 2016 (LUS16) iniciou-se a 17 de setembro e termina a 28 de outubro, é um exercício conjunto, da responsabilidade do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), tendo como finalidade o treino operacional conjunto, envolvendo o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) e os três Ramos das Forças Armadas. A sua realização visa exercitar o Comando e Controlo (C2) das Forças Armadas no planeamento e execução de operações simultâneas, dentro e fora do território nacional, nomeadamente, em Operações de Evacuação de Não Combatentes (NEO), em Operações de Resposta a Crises (CRO) e em Operações de Apoio à Proteção Civil, envolvendo, de forma integrada e convergente, todos os níveis de planeamento e condução de operações.

Lusitano 2016 - 1834

Relevam-se do LUS16 a fase de planeamento que decorreu, entre 17 de Setembro e 07 de outubro, em Lisboa no Instituto Universitário Militar e em Oeiras no CCOM; uma fase de exercício de postos de comando e de projecção das Forças para as diferentes áreas de operações (Ponto de Apoio Naval de Tróia (PANTROIA), Base Aérea N.º 11 (Beja) e Ilha de Porto Santo), de 17 a 23 de outubro; e o teste à plena capacidade operacional e certificação das forças envolvidas, de 24 a 28 de outubro.

O cenário assenta num país fictício a "GABULÂNDIA", caraterizado por problemas económicos, aumento de insegurança, existência de redes de crime organizado associado ao tráfico de seres humanos, tráfico de droga e armas, e suspeitas da exploração de recursos minerais susceptíveis de serem utilizados no fabrico de armas de destruição em massa.

Os principais meios e unidades participantes no exercício são: a estrutura de crise do Comando Conjunto para as Operações Militares (CCOM), os Comandos Operacionais dos Açores e da Madeira, os Comandos e Estados-Maiores da Componente de Operações Especiais e da Força de Reação Imediata, um Destacamento Conjunto da Companhia Geral CIMIC, cinco navios (duas fragatas, um navio reabastecedor, um navio patrulha oceânico, uma corveta), um helicóptero "Lynx", duas companhias de fuzileiros, um destacamento de mergulhadores sapadores, um destacamento de ações especiais, o Comando e Estado-Maior de um Batalhão Paraquedista, duas companhias de paraquedistas, uma companhia de atiradores, um Destacamento de Operações Especiais e quatro aeronaves (um C-130, um C-295, dois F-16). No total, estão envolvidos no exercício cerca de 1300 militares.

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