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Paraquedistas da paz, em Bangui, República Centro Africana.
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Linha de Apoio EMGFA

Rotação da Força Nacional Destacada em missão no Iraque


3-05-2018

Um contingente de 31 militares do Exército partiu na madrugada desta sexta-feira, dia 4 de maio, para a missão INHERENT RESOLVE, no Iraque.

A cerimónia de despedida teve lugar na Base Aérea do Montijo e contou com a presença do Chefe do Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte, e do Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Tenente-General Soares de Almeida, em representação do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas. 

Este é o 7º contingente nacional destacado a integrar esta missão, que tem como objetivo apoiar a formação e treino das Forças de Segurança iraquianas, para combate ao terrorismo no país. Destes militares, 30 vão integrar uma força-tarefa em Besmayah e um vai assumir funções no Comando da Componente Terrestre da Força Internacional, em Bagdade.

Para esta missão, Portugal contribui ainda para a operação com um militar do Exército destacado no Comando Conjunto da operação, no Kuwait.

A Força, aprontada pela Zona Militar dos Açores no Regimento de Guarnição nº 2, é constituída por 30 militares, sendo 11 Oficiais, 16 Sargentos e 3 Praças.

A atual missão de apoio à formação e treino das Forças de Segurança decorre até ao final de 2018, estando planeada nova rotação da força em novembro deste ano.

No dia 8 de maio regressam a Portugal 20 militares do 6º contingente desta missão, sendo que os restantes assegurarão a sobreposição com o novo Contingente e regressam a 26 de maio. Depois de 6 meses de missão, iniciados em novembro de 2017, estes militares contribuíram para a paz no Iraque e ajudaram a preparar mais de 2000 elementos pertencentes às Forças  de Segurança iraquianas, nomeadamente o Exército e a Polícia Federal.  

De acordo com um plano pré-definido pela Coligação Internacional, as Forças iraquianas foram treinadas pelos militares portugueses em áreas tão diversas como o combate em áreas urbanas, operações ofensivas e defensivas, armamento individual a armas coletivas, instalação e operação de postos de controlo (checkpoints) fixos e móveis, socorrismo de combate, instrução e treino de morteiros e execução de tiro real com toda a tipologia de armamento que as unidades iraquianas utilizam.

Também no âmbito da engenharia militar o Exército português ministrou formação para a deteção, destruição e inativação de engenhos explosivos improvisados (EOD) com o objetivo de apoiar as Forças iraquianas na eliminação dos explosivos deixados por terroristas nos centros urbanos e vias de comunicação do Iraque.

Simultaneamente, de forma a capacitar os oficiais e sargentos do exército iraquiano, para estes posteriormente assumirem a responsabilidade do treino, foram ministrados cursos de curta duração para futuros formadores nas áreas antes descritas.

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