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Último mês de missão da Força Aérea na Lituânia
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Convite aos OCS: Paraquedistas portugueses regressam de missão na República Centro-Africana


5-09-2018

Um contingente de 156 militares do Exército, na sua maioria Paraquedistas, e 3 da Força Aérea, regressam amanhã à tarde, dia 6 de setembro, da missão ao serviço das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA, Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana).

Durante 6 meses de empenhamento operacional na capital, Bangui, e em Bambari, a 400 Km de Bangui, esta Força Nacional Destacada (FND), executou com sucesso operações contra grupos armados, garantindo a protecção de civis inocentes bem como preveniu conflitos intercomunitários, restituindo a paz nestas regiões.

A Força Nacional Destacada conjunta ao serviço das Nações Unidas naquele país, constitui-se como Força de Reação Rápida sob controlo operacional da componente militar desta missão das Nações Unidas, atualmente sob comando do tenente-general Balla Keita, do Exército do Senegal. 

 

Nota: Convidam-se os Órgãos de Comunicação Social a estar presentes na receção aos militares, que terá lugar no dia 6 de Setembro às 17h00, no Aeródromo de Trânsito N.º 1, Figo Maduro, Lisboa. 

Solicita-se confirmação de presença até às 14h00 do dia 6 de setembro, para: 

Comandante Pedro Coelho Dias: portavoz@emgfa.pt | tlm.: 966 226 463

Tenente Ivo Serôdio: emgfa_rp@emgfa.pt | tlm.: 910 305 331

Hora limite de chegada: 16h30

 

Outras info:

Resumo da atividade operacional da Força de Paraquedistas que termina agora os 6 meses de missão:

A 3ª força Nacional Destacada Conjunta, na sua grande maioria paraquedistas do 1ª Batalhão de Infantaria Paraquedista, reforçados com elementos especialistas de outras unidades do Exército e três militares da Força Aérea Portuguesa , que se constitui como Força de Reação Rápida da missão das Nações Unidas na Republica Centro-Africana (MINUSCA), iniciou a sua missão a 5 de Março de 2018 e terminou o seu tempo de permanência neste teatro de operações a 6 de Setembro de 2018. 

A missão dos militares portugueses tem vindo a destacar-se pelas ações meritórias, reiteradamente reconhecidas publicamente pelas autoridades na República Centro-Africana em concreto pela forma abnegada, competente, dedicada e de rigorosa imparcialidade como se entregaram à nobre missão de manter a paz no país, e como têm ajudado as Nações Unidas e as autoridades locais a emergir de uma séria crise e a construir um novo futuro para a segurança e prosperidade da República Centro-Africana, contribuindo para dissuadir a violência e preservar o mais alto valor da humanidade, o direito à vida de quem por si só não tem capacidade de se defender.  

Durante  6 meses os militares portugueses executaram várias missões, tendo mesmo por várias ocasiões  entrado em confronto com grupos armados que atuam neste país.

A Força que agora finaliza o seu tempo de permanência na República Centro-Africana esteve envolvida em confrontos com elementos dos grupos armados, na cidade de Bangui, nomeadamente na área mais crítica da cidade que é o 3ª distrito, nos graves incidentes na Igreja nossa Senhora de Fátima, no dia 1 de maio, e na cidade de Bambari, a 400 Km da capital, onde os paraquedistas portugueses foram empenhados por diversas ocasiões em defesa de civis e de elementos das Nações Unidas e onde os confrontos com os grupos armados que tentam controlar a cidade foram dos mais violentos. 

O atual contingente de militares levou ainda a efeito uma operação aerotransportada durante o dia 31 de agosto em apoio de uma ação humanitária solicitada pelas Nações Unidas. De acordo com informações de observadores no local e agências humanitárias, um número indeterminado de mortes, principalmente de crianças, tem sido relatado na aldeia de Mingala, local inóspito no centro do país a cerca de 500 km da capital Bangui, apenas acessível pelo meio da selva. A ajuda humanitária teve como principal objetivo avaliar e recolher elementos de informação para posterior análise e determinação das causas das mortes na região e fornecer medicamentos de emergência para salvar vidas.

Os militares portugueses também realizaram  ações de solidariedade junto da população , já por si carenciada, realizando entrega de donativos em escolas locais de Sibut (material escolar e de desporto recolhido em campanhas em Portugal) e entrega de material de enfermagem e socorrismo no hospital de Bambari.

Dois militares paraquedistas ficaram ligeiramente feridos devido aos confrontos. 

 

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