As Forças Armadas assinalaram, esta quinta-feira, o Dia do Combatente com uma cerimónia evocativa no Mosteiro da Batalha, em homenagem aos militares que combateram por Portugal.
A iniciativa evocou o contributo dos combatentes ao longo da história, assinalando o sacrifício dos que participaram em diversos conflitos ao serviço do país.
Durante a cerimónia, foi destacado o papel dos militares na defesa dos valores nacionais, com referência à coragem, ao sentido de dever e à resiliência.
Na sua intervenção, o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, António José Seguro, afirmou tratar-se de “uma homenagem aos que combateram”, garantindo que não serão esquecidos, e reconheceu que, apesar dos avanços nos apoios, ainda há medidas por concretizar, salientando que a dignidade de quem serviu a Pátria não deve ser adiada.
Num contexto internacional exigente, destacou ainda o valor do testemunho dos combatentes e a importância da paz, afirmando que “quem conhece a guerra por dentro sabe melhor do que ninguém o seu valor”. Dirigiu também uma mensagem aos militares atualmente em serviço, reforçando que “servir a Pátria é também servir a paz” e que Portugal valoriza o seu compromisso e dedicação.
Do programa das comemorações constaram a deposição de coroas de flores no Túmulo do Soldado Desconhecido e a celebração de uma missa de sufrágio em memória dos militares falecidos.
O Dia do Combatente é assinalado anualmente como forma de homenagem aos que serviram Portugal em contexto de conflito, sublinhando a importância da preservação da memória coletiva.